fotografei o fim do dia, mas não usei máquina.
a forma como os braços das árvores despidas, como vasos sanguíneos entrelaçados, se balançavam contra um céu pintado das mesmas cores que, apenas há escassas horas tinha eu usado numa aguarela. o silêncio cortado pelas vozes de tímidos pássaros. a terra abraçada por uma névoa muito leve. o sorriso aberto e sincero de uma (quase) desconhecida sempre que nos cruzamos na rua. a vivenda com o arco da entrada coberto de trepadeiras e flores. conversar em silêncio com Quem não precisa de voz audível.
gosto muito desta fotografia :))
beijinhos *
“conversar em silêncio com Quem não precisa de voz audível.” :)
: )