Graça do início ao fim

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desde o éden que olhamos para o que não temos ou não podemos fazer como a fonte de onde jorra toda a alegria e prazer. somos mesmo limitados quando ficamos presos à ilusão momentânea de que o que nos faz falta é aquele fragmento de nada no meio do jardim. isso pode manifestar-se nas coisas mais pequenas e que passam despercebidas e pode manifestar-se nos maiores anseios do coração.

neste ano que está ali mesmo ao virar da esquina, cultivar a gratidão e o contentamento não há-de ser um luxo. será uma urgência.

anseio por saber olhar para os lugares feios, nus, áridos como oportunidades de ver a Graça de Deus, como campos de treino do carácter. continuar a viver de olhos abertos e mãos abertas come what may.

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