o que gostava que a minha filha soubesse acerca do dia internacional da mulher

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não sou feminista nem defendo o direito à igualdade de géneros*. vivo pelo princípio bíblico da complementaridade. tal como a questão da justiça, não se trata de todos receberemos por igual, mas todos receberemos o que necessitamos.

o dia de hoje continua a ser importante de lembrar, porque precisamos de continuar a dar voz a meninas e mulheres que não a têm, simplesmente por serem meninas e mulheres. e a interceder por elas, a chorar por elas. a ‘cultura’ dos casamentos forçados, abusos emocionais e físicos, a política de planeamento familiar na China, o tráfico humano, o rapto das meninas na Nigéria, a educação impedida, proibida… as situações multiplicam-se diariamente e o coração contorce-se.

este não pode ser simplesmente mais um dia de flores e jantares. o poder da mulher não assenta na ideia de que temos o direito de ocupar os mesmos lugares que os homens. também não assenta no nosso corpo e no que achamos que podemos fazer ou deixar de fazer com ele. fomos criadas, nomeadamente, para nutrir e cuidar, para servir, para usar as mãos e o intelecto para o bem dos que estão à nossa volta. não há nada de insignificante nisso.

 

*a Ana Rute fez bem em lembrar que no que toca à dignidade, esta não depende de géneros.

One thought on “o que gostava que a minha filha soubesse acerca do dia internacional da mulher

  1. Muito boa reflexão. O ser feminino anda em crise mas a Palavra nos orienta em tudo. Deus disse que era bom, e é bom mesmo e honrado, ser mulher.

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